21 fevereiro 2011

estamos a tentar ser breves...

7 comentários:

mfc disse...

Complementaridade...

Paula Barros disse...

Inquietante...quando a cena não segue o roteiro que gostaríamos.

abraço

Virgínia do Carmo disse...

Mas há que estar atento, para que o afecto não se "pegue" ao fundo do tacho...

Obrigada pela visita e pelas palavras.

:)

nuvemdoce disse...

Não, não me peças isso, não me obrigues a parar,esperei tanto tempo, tive tantos sonhos, acreditei na esperança e fui atrás da coragem. Hoje estou aqui,inteira, sincera e com a porta do coração aberta. Entra, apaga este fogo, não me faças arder de vergonha e humilhação, não me fales em contratempo, fala-me sim em Amor ardente!!...

Ai..ca tentador isto está!!..desce o pano depressa, acabemos com o champanhe...ahhahah...

Beijokas

BRANCAMAR disse...

Como diz a minha amiga Paula é inquietante este poema,um querer e não querer.
Um viver em contratempo, talvez seja para o autor uma forma de sonhar e ser feliz...até que chegue o tempo de viver a contento sem contratempos.

Um abraço
Branca

TITA disse...

Dualidades do eu e nós...Muito obrigado pela visita e voltarei de novo.Um abraço.

Sentidamente disse...

Por vezes, os acidentes técnicos prolongam aborrecidamente os intervalos. Desta feita, não aconteceu. .. O palco continuou preenchido com interlúdios poéticos. No primeiro, um tocante chamamento ao encontro. O segundo, revelando-nos um poema da identidade desejada no amor. O terceiro, relatando do amor, o encontro e a reciprocidade. No quarto, um pedido, perdido ou achado, no querer e não querer das contradições.
Os meus aplausos! Aguardo o seguimento…